Oportunidades reais de negócios


Empreendimentos de alto padrão com localizações privilegiadas são opções válidas para empregar valores medianos que possibilitem um retorno estratégico do investimento aplicado.  Uma boa infraestrutura próxima com uma gama de serviços, comércios, meios de transporte, hospitais e escolas é ponto facultativo na hora de optar pelo imóvel.

No entanto, para minimizar riscos é preciso ponderar o ambiente da construção, a valorização do terreno aplicado, a vizinhança e a prospecção da obra para o futuro. Só depois de ter esses dados pesquisados e detalhados é que a escolha deve ser validada.
Após três anos de percentuais elevados no mercado imobiliário, a tendência para 2012 é que o segmento estabilize, mas ainda assim crie novas oportunidades de investimento, possibilitando o ganho de dinheiro com esse tipo de negócio.


O imóvel é um patrimônio físico que está ao alcance das mãos do comprador e a esse gera um lucro real tanto com a venda, o aluguel ou simplesmente a valorização patrimonial que lhe acarreta. Assim, para garantir um bom investimento, independente do momento, empreendimentos imobiliários são alavancas certas de retorno e sucesso.


FGTS financiará reforma de imóveis

O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço abrirá uma linha de crédito para a classe média, visando a compra de materiais de construção, inclusive inovações tecnológicas. O financiamento será de até R$
20.000,00 por mutuário.

Os juros serão cobrados na casa dos 12% ao ano e o prazo de pagamento poderá chegar a 120 meses. A liberação dos recursos ainda precisa de regulamentação, prevista para o mês de fevereiro.

Para tomar o empréstimo, o interessado deverá possuir conta no FGTS e comprovar propriedade de imóvel residencial regularizado com valor máximo de R$ 500 mil. A nova linha creditícia servirá inclusive à ampliação e reforma de imóveis residenciais, enquadrados no SFH.

Empresa chinesa constrói edifício de 30 andares em 15 dias

Uma construtora chinesa conseguiu erigir em apenas 360 horas (15 dias) um hotel pré-fabricado de 30 andares, dobrando com isso seu recorde anterior, quando construiu um edifício de 15 andares em seis dias e que já foi mostrado aqui mesmo.

O edifício foi terminado em 31 de dezembro e sua construção foi apresentada em um vídeo que mostra a câmera rápida do processo do primeiro ao último dia (veja o vídeo em www.broad.com).

O hotel foi construído junto ao Lago Dongting, um dos maiores da China, na província de Hunan, e a firma o apresenta como um avanço ambiental, já que sua construção emprega menos materiais nocivos para a natureza (como cimento e concreto) e gera menos resíduos.

Evitando transtornos durante as férias

Para quem está preocupado com a segurança da sua casa nos dias de férias, aqui vão algumas dicas para sua proteção:

· Primeiramente, não anuncie sua ausência. Se tiver que comentá-la, não dê detalhes da viagem nem para os vizinhos. Somente pessoas da sua inteira confiança devem saber que você ficará fora de casa por um certo período.

· Reforce internamente as aberturas com trancas ou cadeados, evitando que eles fiquem a mostra do lado externo.

· Faça a manutenção do alarme, verificando se está tudo funcionando bem.

· Deixe uma cópia da chave e o número do seu telefone de contato para um familiar ou amigo que esteja na cidade, para qualquer eventualidade.

Feito isso, aproveite bem seus dias de descanso. Sua casa estará protegida.

O mercado imobiliário e os animais de estimação: entenda essa relação

Com certeza, eles não são meros animais de estimação. Na verdade, são acolhidos como “filhos” por uma multidão de pessoas. Esses bichinhos de quatro patas, que arrancam suspiros e dão preocupação e trabalho para muita gente, recompensam o esforço dos seus donos com um amor espontâneo.

Para se ter uma idéia, o Brasil é o segundo país do mundo em número de animais de estimação. Antenado no novo estilo de vida das pessoas, o mercado imobiliário já se deu conta da importância que os mascotes exercem sobre os humanos e, por conta disso, começou a introduzir adaptações que beneficiam o convívio comum.

Incorporadoras e construtoras começam a oferecer espaço próprio para os bichanos, como, por exemplo, locais para adestramento, obstáculos para corridas e pet shop equipados com banho e tosa - o que vem possibilitando uma perfeita integração deles com as edificações.

Móveis chiques, bonitos e com um ar retrô

Se você aprecia móveis antigos - leia-se usados -, porém acha que não combina com a decoração da sua casa, saiba que, restaurados, tornam-se peças exclusivas e que fazem a diferença no ambiente.

Quer um exemplo? Sabe aquele criado mudo que era de sua avó? Pois bem, já imaginou arrumá-lo e pintá-lo de uma cor moderna e que se encaixe na estrutura do seu quarto? Com certeza será a peça destaque na sua decoração.

Use e abuse da sua imaginação, traga para o presente uma peça que traz com ela muita história, e que justamente por isso, é cheia de encantos e beleza. Misture o moderno com o antigo, sua casa ficará cheia de estilo. Acredite.

Entre no clima da decoração romântica

A decoração romântica contemporânea não exige mais flores e babados. Hoje, ela está mais intimamente ligada à sensação de conforto, intimidade e bem estar.

Ela pode ser usada em todos os cômodos da casa, tornando-a acolhedora e também prática. Para isso, utilize cores e estampas variadas, como azul claro e amarelo. E, não esqueça, abuse das listras.

Para tornar os ambientes agradáveis, dê tratos à imaginação. Use iluminação indireta e aproveite para misturar tecidos de texturas diferentes; isso tornará o ambiente rico, harmonioso e, principalmente, aconchegante.

Para o seu estilo de vida, é melhor morar em casa ou em apartamento?

Antes de escolher o local para morar, é imprescindível que você verifique suas reais necessidades. Se mora sozinho, pense no que é importante para você; se a família já está estruturada, nada melhor que uma boa conversa para sentir o “clima” e ver qual o caminho a seguir.

Se você estiver em busca de segurança, apartamentos e condomínios fechados são os mais indicados; se busca espaço, nada melhor que uma casa, de preferência com um belo pátio para usufruir.

Há também quem prefira privacidade. Para esses casos, edifícios com um apartamento por andar são perfeitos. Porém, se a privacidade não importa muito para você, more em um condomínio que tenha uma ampla e interessante área de lazer, pois é certo que nela você encontrará bons amigos e a programação para o fim de semana estará garantida.

Como decorar um quarto pequeno?

Hoje em dia os lançamentos imobiliários já disponibilizam quartos de diferentes tamanhos e voltados aos diferentes públicos em potencial. Fato é que os imóveis pequenos são a sensação de 2011, reflexo direto do aumento do poder aquisitivo da classe jovem trabalhadora e dos solteiros que estão adquirindo imóveis.

Na hora de decorar imóveis compactos, sempre existe aquela dificuldade, principalmente no quarto – local onde o aconchego deve ser primordial para os seus momentos de descanso. Confira então algumas dicas que separamos para que você possa aproveitar ainda mais o seu espaço, sem deixar de lado o conforto e a facilidade para o seu dia a dia:

• Otimize as paredes do seu quarto, utilizando de peças e armários suspensos que podem servir de apoio para livros, chaves, abajour, e outros itens de fácil acesso;

• Para facilitar a circulação, não exagere nos móveis que você utilizará no quarto. Armários embutidos já otimizam muito o espaço, além de oferecer mais opções para outros itens decorativos;

• Se você tiver TV no quarto, coloque ela na parede, evitando assim a necessidade de utilizar um outro móvel somente para este aparelho;

• Espelhos podem ajudar a dar a sensação de infinitude no quarto – dando a sensação do espaço ser maior do que ele realmente é. Uma dica é colocar espelhos nas portas do armário;

• Use e abuse de cores claras e que não cansam a sua vista. Cores claras dão ar de organização e limpeza ao mesmo tempo.


Fonte: Portal VivaReal

Estudo mostra que ter homossexuais na vizinhança valoriza imóvel

Uniões com pessoas do mesmo sexo fazem com que os preços dos imóveis no bairro onde moram sejam valorizados. Essa constatação surgiu numa pesquisa realizada pelas universidades de Konkuk, em Seul (Coréia do Sul) e de Tulane, em New Orleans (EUA).

Nas áreas em que havia mais casais homossexuais, o preço das propriedades aumentou, enquanto que nas regiões com poucos homossexuais e muitas pessoas contra os direitos LGBT, os valores diminuíram.

O estudo mostra que as pessoas estão respeitando mais os direitos individuais e quebrando tabus, convivendo em sociedade de uma forma harmoniosa e inteligente, independentemente da opção sexual dos seus vizinhos.

Haverá uma “bolha” no mercado imobiliário brasileiro?

A alta dos preços dos imóveis brasileiros pode ser considerada uma bolha? De uma forma geral, os especialistas acreditam que não, embora questionem a consistência do mercado.

Os preços dos imóveis têm crescido muito, mas preços crescentes não são sinônimos de bolha. Todavia, quando isso acontece sem que haja explicação na estrutura de custos, podem ser indicativos de bolha.

Uma bolha ocorre a partir do momento em que a oferta de imóveis passa a ser muito maior do que a demanda. Por falta de compradores, o passo seguinte é a desvalorização das construções.

Então, apenas o aumento dos preços não é o suficiente para que uma bolha imobiliária se forme no Brasil. Põem, para os mais prevenidos, ficar atento às estatísticas e tendências do mercado imobiliário é sempre uma boa recomendação.

Refinanciamento de Imóveis: Uma opção de empréstimo que exige cautela

No aquecido mercado de crédito brasileiro, vem crescendo o número de pessoas que aderem aos empréstimos dando um imóvel como garantia.
Conhecido no Brasil como refinanciamento de imóveis, essa linha de crédito oferece aos proprietários juros baixos e prazos mais estendidos para realizarem o pagamento.

Ao terem uma garantia segura de que receberão de volta o dinheiro emprestado, bancos e financeiras podem oferecer taxas de juros mais baixas do que outras ofertadas no mercado e prazos longos para quitar a dívida. Geralmente, o valor do empréstimo é de até 50% da avaliação do imóvel.

É importante salientar o cuidado e a responsabilidade que as pessoas precisam ter ao solicitar este empréstimo, já que o não cumprimento do acordo pode acarretar a perda do imóvel.

FGTS: Novas regras para o uso na compra do imóvel popular

Foram publicadas as novas regras regulamentando a utilização de recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço em financiamentos de imóveis, na segunda fase do “Programa Minha Casa, Minha Vida”.

De acordo com a publicação dos Ministérios das Cidades, Fazenda e Planejamento, Orçamento e Gestão, o FGTS poderá ser utilizado para aquisição de imóveis por famílias com renda mensal bruta de até R$ 3.100,00.

A medida visa oportunizar a que mais brasileiros adquiram sua casa própria. Mais informações podem ser obtidas no site http://www.minhacasaminhavida.com.br

Fique por dentro das garantias utilizadas nos contratos de locação

As duas formas mais utilizadas para se contratar uma locação são a caução e o fiador. Porém, é importante você saber que não são as únicas.

De acordo com a legislação em vigor, o proprietário pode exigir uma dentre quatro modalidades de garantia do aluguel: fiador, caução, seguro-fiança ou cessão fiduciária.

Na caução, o inquilino garante o cumprimento das suas obrigações com um depósito em dinheiro. Na fiança, uma terceira pessoa assume contratualmente o compromisso de pagar qualquer valor impago pelo locatário. No seguro-fiança, quem faz o papel do fiador é uma seguradora. Na cessão fiduciária, praticamente desconhecida pelo mercado brasileiro, instituições administradoras de carteiras de títulos e valores imobiliários constituem fundos de investimento em garantia de locações.

Agora que você já sabe as maneiras de garantir uma locação, escolha a que se encaixa melhor nos seus planos e alugue seu imóvel sem medo.

Jovens, mulheres e pessoas da classe C são maioria nos financiamentos habitacionais

O consumidor jovem, as mulheres e a classe média “C” estão ganhando cada vez mais espaço nos financiamentos imobiliários. Isso se dá devido ao aumento do poder aquisitivo dessas pessoas, o que lhes permite adquirir a casa própria.

Outro fator que pesa na decisão, é o valor pago pelo aluguel, que por vezes é mais caro do que a prestação do mútuo habitacional (é muito mais vantajoso investir o dinheiro em algo que será seu).

Em relação aos jovens, a necessidade de terem o seu próprio lugar é outro fator determinante para a compra da casa própria. Entre as mulheres, essa vontade surge da independência que estão conquistando, e não há nada melhor do que ter o seu próprio espaço. Entre a classe C, as facilidades dos financiamentos e a alta taxa de índice de emprego permitem que as pessoas programem suas vidas e se organizem para investir em algo que sempre sonharam.

O Programa Minha Casa Minha Vida também tem auxiliado muito na tomada dessa decisão, na medida em que transmite segurança e estabilidade e dá às pessoas a oportunidade de concretizar uma meta que antes parecia estar bem distante.

AMBIENTE VIRTUAL JÁ ALCANÇOU JORNAIS COMO MEIO DE PROCURA DE IMÓVEIS

Pesquisa da Brasil Brokers, grupo de intermediação e consultoria imobiliária, constatou que a maioria das pessoas (76,2%) ainda utiliza prioritariamente os classificados dos jornais na hora de procurar a casa própria. Mas outras mídias, como os sites das imobiliárias e buscadores especializados (70,8%) e programas de TV (69,2%), já têm peso relevante na hora da busca do tão sonhado imóvel. O levantamento ouviu 538 entrevistados em sete cidades brasileiras — São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Niterói, Campinas e Ribeirão Preto.

A pesquisa quantitativa foi realizada por meio de entrevistas com pessoas que compraram ou ainda estão procurando adquirir um imóvel residencial, seja pronto ou em lançamento. A pesquisa verificou ainda quais os fatores decisivos na escolha dos imóveis: em 1º lugar (73,5%), localização; em 2º lugar (69,8%), segurança e valor do imóvel; em 3º lugar (69,2%), metragem.

Fonte: Clipimobiliario

VALORES DE IMÓVEIS TRIPLICAM EM 7 ANOS

Esse avanço significa que triplicou a quantidade de dinheiro que o brasileiro pegou emprestado.

O valor médio dos financiamentos com recursos da poupança saltou de R$ 40,5 mil para R$ 136,2 mil entre 2003 e 2011, de acordo com a Caixa Econômica Federal. Esse avanço significa que triplicou a quantidade de grana que o brasileiro pegou emprestada para conseguir comprar a casa própria.

O dinheiro vem do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos), que tem como destino as famílias que ganham mais de R$ 4.900 por mês e pretendem comprar imóveis com valor de mercado entre R$ 170 mil e R$ 500 mil.

Fonte: Gazeta Digital

Preço de imóveis no Brasil deve dobrar em cinco anos, afirma corretora

Os preços médios dos imóveis devem dobrar em cinco anos no Brasil, segundo expectativa do presidente da corretora Sotheby's no Brasil, Fábio Rossi. De acordo com ele, houve uma demanda reprimida nos últimos 20 anos por falta de estabilidade e crédito, e agora o setor não consegue produzir o número suficiente de moradias.

"No ano passado, São Paulo teve 38 mil unidades novas. É quase o mesmo número visto em 1970", afirma.

"Pessoas com mais renda querem comprar mais metros quadrados. Mas não há produção destes quadrados, por isso a valorização. Os preços têm espaço para dobrar em cinco anos", disse. Para ele, em São Paulo seriam necessárias de 60 mil a 70 mil novas unidades a cada ano para dar conta da demanda. Além do crescimento da renda, os incentivos do governo, como o programa Minha Casa Minha Vida, fomentam a busca pela casa própria.

"A aquisição da casa própria gera um sentimento maior de responsabilidade. Quanto maior o número de propriedades, mais estável é a economia. Mais investimentos geram empregos, que possibilitam a compra da casa, que gera maior estabilidade. É um ciclo. Uma pessoa só assume este compromisso quando acredita que vai ter condições de pagar", apontou Peter Turtzo, vice-presidente da Sotheby's International Realty.

De acordo com Rossi, os investimentos em imóveis no Brasil representam apenas 4% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto a média no mundo é de 35% e na América Latina de 25%. "Temos uma valorização muito rápida no Brasil, mas não é uma bolha. Ficamos 20 anos sem financiamento imobiliário. Não temos um 'boom', mas uma retomada", afirma.

Fonte: Portal Terra

AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL

As mordomias da automação residencial deixaram de ser algo inatingível para muitos e sua instalação começou a crescer em bom ritmo desde 2010. É a chamada nova classe média que está entrando em peso nesse mercado.

Na região do ABC (SP), três prédios em construção contam com a praticidade da automação. Nem é preciso que o imóvel seja novo para ser equipado com tecnologia de ponta. Casas e apartamentos antigos podem ser adaptados para receber redes de dados sem fio e incorporar vários níveis de informatização quase sempre invisíveis.

“Cada cliente escolhe seu pacote de tecnologia. As opções variam com o estilo da família e o poder aquisitivo, como: elevadores comandados por sistema biométrico (leitura digital); as persianas abrem e fecham conforme comandos digitados em um telefone celular; luz, som, TV e climatização podem ser controlados a partir de um sistema de comunicação digital em rede, entre outras variações”, explica Marcus Vinicius Fernandes, engenheiro civil da Engeprime Construtora e Incorporada responsável pelo empreendimento Le Griffe, no bairro Santa Paula, em São Caetano do Sul.

Usando a tecnologia de ponta, você pode integrar os eletrodomésticos por um computador de mão, conectado à internet. A cafeteira e a torradeira, por exemplo, começam a preparar o café da manhã antes de você sair da cama.

Segundo Fernandes, você também pode usar o comando de voz para ter o controle da sua casa. “No Le Griffe, alto padrão, o pacote de automação varia entre U$ 30 a U$ 200 mil dólares, e o cliente recebe cursos sobre a programação. Também é possível criar um apartamento personalizado e mudar todo o layout”,explica ele.

Dois empreendimentos localizados no Espaço Cerâmica, em São Caetano do Sul, também oferecem pacotes de automoção: Premier Espaço Cerâmica e o Reserva Espaço Cerâmica. “Os prédios possuem verificador de consumo de energia. Os aparelhos são detectados individualmente ou a somatória do consumo. Um dos destaques é a smart hidro, pelo celular você regula a temperatura da água na banheira”, diz Aparecido Viana, presidente da empresa que leva o mesmo nome.

Segundo Viana, o metro quadrado nos dois empreendimentos custa R$ 6 mil e o Premier vendeu todos os apartamentos em apenas duas semanas. “A automoção residencial é um investimento viável que dá retorno. Na segurança residencial estamos trabalhando em conjunto com profissionais de automação. Explico como novos dispositivos como tablets, smartphones e a internet (este não tão novo assim) têm sido importante para a segurança dos moradores”, finaliza ele.
Fonte: www.guiaimovelecia.com.br

ÍNDICE DE PREÇOS DE IMÓVEIS A CAMINHO

Embora o mercado imobiliário brasileiro seja relativamente “jovem”, ele está amadurecendo rapidamente. Um dos desenvolvimentos mais recentes é o índice oficial de preços futuros.

O investimento no mercado imobiliário brasileiro cresceu enormemente nos últimos dois anos, uma tendência que deve durar pelo menos pela próxima década. Acompanhando o enorme investimento imobiliário está um rápido aumento nos preços dos imóveis.

Preocupada em aumentar a transparência no mercado imobiliário, a presidente Dilma Rousseff está promovendo a iminente chegada do Índice de Preços de Imóveis. O índice foi instigado pelo Banco Central do Brasil e o Ministro das Finanças.

O índice de preços de imóveis será utilizado para comparar quanto valem os diferentes tipos de propriedades, tanto residenciais como comerciais, durante períodos de tempo. Especialistas acreditam que o Índice permitirá o mercado imobiliário ser monitorado e ajudar a evitar bolhas e falhas potenciais no futuro, como acontece com muitos outros mercados imobiliários recentemente.

A situação do mercado imobiliário é complexa e varia muito de região para região. Embora haja uma escassez nacional de imóveis, uma enorme população e diferentes níveis de renda significa que é difícil para uma metodologia comparar igual por igual.

Especialistas do governo e da Caixa tem estado analisando diferentes índices de preços de imóveis ao redor do mundo para encontrar a melhor metodologia para o Brasil. Índices de preços de imóveis utilizados na Austrália, Nova Zelândia, Espanha e nos EUA são considerados como os que melhor refletem a realidade do mercado imobiliário brasileiro.

CORES MAIS UTILIZADAS PARA CASAS

Pintar a casa é uma excelente opção para quem deseja renovar o ambiente. No entanto, é necessário escolher bem as cores para ficar do jeito que você gosta. Antes de saber quais as cores são mais utilizadas, é preciso definir as partes do imóvel que serão pintadas.

De acordo com uma pesquisa feita pela tintas Coral, o branco é responsável por 45% dos pedidos. Todavia, para que sua casa não fique monótona, pinte algumas paredes de outra cor para obter mais vida no ambiente. Além disso, é importante fazer análise de alguns fatores, como as cores dos móveis e dos objetos pertencentes aos cômodos.

Vale ressaltar que as cores mais usadas para pintura de casas podem variar de acordo com o gosto do morador. O ideal é escolher a cor que mais se identifica com o seu estilo de vida. Muitas cores proporcionam paz e tranquilidade para o ambiente.
Atualmente, o vermelho e o roxo são as cores mais utilizadas para o quarto e para a sala. Já a cozinha se identifica com cores mais claras. Na parte externa da casa, prefira uma cor mais neutra como cinza ou terra.

Confira algumas orientações sobre cores, ressaltando que você deve levar em consideração o seu estilo de vida e gosto pessoal:
Verde – possui efeito calmante, por isso relaxa. Porém, se usada em demasia, torna o ambiente monótono.
Laranja – passa a sensação de alegria. É uma cor contagiante e quente. Deve ser usada com cuidado para que o ambiente não fique carregado.
Branco – bastante utilizada pelas pessoas. Se usada em excesso, promove cansaço.
Vermelho – tem ação sobre o estado de ânimo da pessoa. Deve ser usada com cautela.
Azul – cor fria em que a vibração favorece o raciocínio e a intuição.
Violeta – é sinônimo de criatividade e intelecto.

Fonte: www.guiaimovelecia.com.br

COMO DECLARAR O SEU IMÓVEL PARA A RECEITA

Todo ano os brasileiros declaram despesas, bens e rendimentos à Receita Federal pela Declaração de Ajustes Anuais do Imposto de Renda das Pessoas Físicas. A declaração é obrigatória e gera dúvidas quanto ao que pode ser declarado e em que situações se paga ou recebe. É obrigado a declarar quem tiver recebido rendimentos brutos tributáveis superiores a R$ 22.487,25. Dentre as dúvidas dos contribuintes estão as regras de declaração de imóveis.

O primeiro passo é apontar o tipo de imóvel a ser declarado – terreno, edificação, galpão ou loja –, marcando um código na ficha. No campo “discriminação” o declarante deve informar em que condições o imóvel foi adquirido, se foi quitado, financiado pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH) ou outra linha de crédito, ou comprado direto na planta.

“No caso de imóveis na planta, a pessoa vai discriminar o endereço, valor da compra, se deu entrada, e as parcelas desde o mês em que comprou até dezembro de 2010. Depois, todo ano vai adicionando as prestações quitadas”, explica Joaquim Adir, supervisor nacional do Programa do Imposto de Renda. Informações como localização do imóvel e valor da compra também são fornecidas nessa etapa.

Caso o imóvel tenha sido quitado e declarado nos anos anteriores, as informações são repetidas na declaração do ano vigente. “Se é uma compra normal, basta colocar o preço e a especificação do imóvel e a data da compra”, afirma Adir. O valor declarado é sempre o mesmo, pois fatores como valorização no mercado não são considerados pela Receita.

Há, no entanto, uma situação em que o valor do imóvel aumenta na declaração. Se o dono do imóvel tiver realizado obras e reformas no local, ele pode declará-las. “Suponha que o imóvel tenha custado
R$ 40 mil e os gastos com as obras tenham sido de R$ 10 mil. Ele vai colocar esse valor em benfeitorias no imóvel e discriminar o que foi feito”, exemplifica Adir.

O problema, diz o supervisor, é que a maioria das pessoas não guarda os recibos dos pagamentos de serviços, fornecedores e materiais, o que é essencial para comprovar as despesas.
Reformas ou obras feitas antes de 1988 são declaradas em “bens e direito”. As mais recentes são declaradas em “discriminação”, constando localização e valor.
ATENÇÃO À VENDA DE IMÓVEIS

Apesar dos frequentes questionamentos sobre compra e reforma, as maiores dificuldades surgem quando o assunto é venda de imóveis, avalia Adir. Em geral, a legislação que dispõe sobre o imposto de renda das pessoas físicas determina cobrança de 15% sobre o lucro resultante da venda, caso exista. Mas são isentos aqueles que vendem seu imóvel residencial e utilizam o valor da transação para adquirir outro imóvel residencial dentro do prazo de 180 dias.

O desconhecimento dessa vantagem leva muitas pessoas a pagar pelo lucro obtido. “A dica é observar toda a legislação, especialmente quem vai trocar de imóvel, já que existem benefícios em casos de venda e compra de imóveis residenciais”, recomenda Adir. Imóveis adquiridos por até R$ 440 mil são isentos.

Fonte: http://comunidade.maiscomunidade.com

BRASILEIRO GOSTA DE INVESTIR EM IMÓVEIS

Na avaliação de 34% dos brasileiros, a melhor opção de investimentos para 2011 será em imóveis. Essa é uma das conclusões da pesquisa realizada pela gestora de recursos Franklin Templeton, no mês de janeiro, sobre o Sentimento dos Investidores Globais, realizada em 12 países, incluindo o Brasil.

Em seguida, 23% dos entrevistados disseram considerar as ações como melhor alternativa de investimento para este ano. Na média da América Latina (considerando Brasil, Chile e México), o investimento em imóveis foi apontado por 29% dos entrevistados como a melhor alternativa de aplicação, enquanto que as ações tiveram 20% da preferência.

Os brasileiros também se mostraram como o segundo povo mais otimista quando o assunto é retorno de seus investimentos. A expectativa é de um retorno médio anual de 16,7% de seus investimentos nos próximos dez anos, índice atrás apenas do registrado na Índia, de 17%. No mundo, a média anual de expectativa de retorno é de 11,5%.

Fonte: odiariocom

Brasileiros ricos investem em imóveis na Flórida

O chapéu do Mickey Mouse perdeu espaço na mala, e os brasileiros agora compram casas, abrem empresas e usam a cidade como plataforma para investir nos EUA o dinheiro ganho no país.

Com a economia brasileira aquecida, o real mais fortalecido ante o dólar e os EUA ainda balançando na sua recuperação, os brasileiros estão indo para o sul da Flórida e deixando parte do seu dinheiro investida por lá. O principal filão, sem dúvida, é o imobiliário.

Marco Fonseca, representante para o Brasil da NAR (Associação Nacional dos Corretores, na sigla em inglês), calcula que de 55% a 60% dos imóveis em Miami sejam vendidos hoje para estrangeiros, especialmente os brasileiros.

Nas Trump Towers, um dos prédios favoritos dos brasileiros, 6 em cada 10 apartamentos, com preços que vão de US$ 600 mil a US$ 2 milhões (de R$ 970 mil a R$ 3,2 milhões), foram comprados por eles.

“Estou vendendo de balde”, afirma a corretora Yara Gouveia, que diz atender três clientes brasileiros por dia nos últimos meses.

O interesse de brasileiros, que passou a ser notado de maneira esporádica em 2009, esquentou no ano passado e realmente ganhou força nos últimos seis meses.

“Aqui a gente deita e rola”, diz o empresário Rogério Darbi, ao comparar os preços de Miami aos de Fortaleza.

Dono de franquia de rede de fast food na Grande Porto Alegre, ele diz que preferiu gastar US$ 285 mil (R$ 460 mil) em um apartamento em Miami a pagar um valor similar por uma casa em condomínio em Xangri-Lá, no litoral gaúcho.

Quando as comparações são feitas com o Rio, com o litoral paulista ou com Balneário Camboriú (SC), as disparidades de preço só crescem.

Fonte: FolhaPress

Como escolher entre um imóvel novo e um usado

O período de compra de um imóvel, sobretudo daquele que vai abrigar a família, não é fácil. As preocupações são diversas e, entre elas, está a que diz respeito sobre as vantagens e desvantagens da compra de uma casa ou apartamento novo ou usado.

Além de observar quesitos como localização, preço de condomínio, entre outros, na hora de comprar um imóvel, as pessoas devem verificar se a propriedade em vista atende aos desejos e necessidades da família ou se será preciso reformar.

Caso o imóvel esteja pronto, independentemente de ser novo ou usado, o comprador deve considerar os custos da reforma, sendo indicado solicitar a avaliação de um arquiteto, para saber se a obra é viável e ter uma estimativa dos custos das alterações.

Nos imóveis ainda em construção, é possível personalizar alguns ambientes, conforme as possibilidades oferecidas pela construtora.

Quem está de olho em um imóvel também deve estar atento aos custos de manutenção. Assim, se a opção for por um imóvel usado, é preciso checá-lo e se certificar de que não há nenhum problema grave.

No que diz respeito ao tamanho, geralmente os antigos são maiores. Por outro lado, ressalta a construtora, os imóveis novos, mesmo mais compactos, são planejados para atender às necessidades de espaço dasfamílias modernas.

Fonte: InfoMoney

Caixa amplia limite de valor para aquisição da casa própria

A Caixa Econômica Federal começou, a partir do último dia 3/3, a praticar os novos limites para avaliação de imóvel do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, já contando com o simulador de empréstimos para habitação, na internet, devidamente atualizado. A mudança atualiza a concessão dos financiamentos, diante da realidade do mercado, atendendo melhor à população, ao permitir a aquisição de moradias adequadas às necessidades das famílias.

As operações de financiamento, com recursos do FGTS, na área de Habitação Popular, destinam-se aos trabalhadores com renda mensal bruta de até R$ 3.900,00. Nos empréstimos vinculados a imóveis, situados nos municípios integrantes das regiões metropolitanas dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, na Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE-DF), e nas capitais estaduais, o limite de renda é de R$ 4.900,00.

Esse mesmo limite, passa a ser utilizado também para os municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes, beneficiando cerca de 50 municípios, com população total de 18 milhões de pessoas. Na regra anterior, esse limite era para municípios com mais de 500 mil habitantes.

Nessas operações, os valores de avaliação dos imóveis, para financiamento com recursos do FGTS, observarão os limites de valor de venda ou de avaliação, conforme quadro abaixo:

Região Metropolitanas de SP, RJ e DF: de 130.000,00 para 170.000,00; municípios com população igual ou superior a 1 milhão de habitantes e demais capitais estaduais: de 130.000,00 para 150.000,00; municípios com população igual ou superior a 250 mil e inferior a 1 milhão de habitantes; RIDE-DF e demais RMs: de 100.000,00 para 130.000,00; municípios com população igual ou superior a 50 mil e abaixo de 250 mil habitantes: de 80.000,00 para 100.000,00; municípios com população abaixo de 50 mil habitantes: de 80.000,00 para 80.000,00 (sem alteração).

Para os financiamentos enquadrados na área de Habitação Popular, de acordo com os novos limites de avaliação, venda ou investimento, mantém-se inalteradas as demais condições para taxas de juros e de descontos.

Investimento em imóveis rende mais que poupança

Casas e apartamentos de tiveram valorização de 50% nos últimos cinco anos
Com o mercado de habitação aquecido, investir em imóveis se tornou um negócio lucrativo. Quem comprou uma casa ou apartamento em São Paulo há cinco anos, por exemplo, viu o imóvel se valorizar 50%. No mesmo período, a poupança rendeu 47%.

Um estudo realizado pelo Laboratório de Mercado de Capitais do Ibmec Minas Gerais indica que investimentos em unidades de padrão popular foram os mais rentáveis no ano passado. Quem preferiu comprar imóveis ganhou mais dinheiro do que quem optou por outras aplicações financeiras, como CDI (Certificado de Depósito Interbancário), dólar, poupança, e até mesmo, o Ibovespa (principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo).

Na capital mineira, os imóveis que tiveram maior rentabilidade foram os apartamentos populares de três quartos, com valorização de 296,56% entre 1998 e 2008, período considerado no estudo.
Os profissionais do setor atribuem a rápida valorização dos imóveis à economia estável e à facilidade de acesso ao crédito. Mas é preciso ter cautela para não se deixar seduzir pela ilusão do dinheiro fácil.

A primeira recomendação dos profissionais do setor é ter cuidado com imóveis vendidos na planta. Apesar de serem mais baratos, os descontos ficam por conta do risco que o comprador tem de não receber o imóvel.

Outra dica dos especialistas é pesquisar se o preço é realmente justo e ler com bastante atenção o contrato.

Fonte: R7 Notícias

SulaCap On Line facilita aluguel sem fiador e sem burocracia

A SulaCap – Sul América Capitalização - criou um sistema na web para agilizar a comercialização dos títulos do “Novo Garantia do Aluguel”, cujas vendas tiveram um aumento de 52% no ano de 2010 em relação ao ano anterior. Com a tecnologia implantada, os parceiros comerciais (corretores e imobiliárias de qualquer parte do país) transmitem dados da proposta automaticamente para a sede da empresa, no Rio, que, em seguida, após a confirmação do pagamento, emite o título.

“Com a nova ferramenta, ganhamos velocidade nesse processo, que antes durava dias para ser finalizado e agora leva apenas 48 horas", afirma Anibal Ruger, Diretor de Operações da SulaCap. A Gerência de Operações da SulaCap dá apoio e treinamento constante às suas sucursais, que, por sua vez, oferecem suporte para os parceiros locais. Além disso, existem telefones e um e-mail específicos para esclarecimentos. “Os parceiros não somente tiram dúvidas, mas também sugerem melhorias constantes para o processo”, finaliza Anibal. Atualmente, a SulaCap trabalha com mais de
1.000 imobiliárias em todo o país.

O “Novo Garantia de Aluguel” é um título de capitalização adquirido pelo inquilino, com valor acertado livremente com a imobiliária, ou com o proprietário. O título fica caucionado ao contrato de locação, funcionando, como o próprio nome do produto diz, como garantia do pagamento. Ao final da locação, ele recebe de volta 100% do valor, corrigido monetariamente, ou pode usar o título para alugar outro imóvel. E ainda concorre, todos os meses, a dois sorteios pela Loteria Federal, nos quais tem chance de receber de volta a quantia caucionada.

Fonte: Portal Nacional de Seguros

SALDO PODE SER ABATIDO COM FGTS

O rendimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) foi de 3,71% em 2010, bem abaixo de 5,80% da inflação do ano projetada pelo governo de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

A redução gera perda do poder real de compra. Mas dá para reverter a situação. É possível, por exemplo, aplicar o dinheiro do Fundo em investimentos imobiliários, que oferecem maior valorização.

O FGTS pode ser utilizado em imóveis financiados tanto para reduzir o montante total do financiamento, no momento da compra, como para reduzir o futuro saldo devedor do crédito imobiliário.

O imóvel deve ter valor de no máximo R$ 500 mil, conforme as regras do governo federal.

A queda na renda do dinheiro do Fundo ocorre porque ele não soma a inflação, e rende 3% ao ano mais a Taxa Referencial (TR). Em 2010, essa taxa chegou a 0,6887%.

Segundo cálculo feito pelo instituto FGTS Fácil, um trabalhador que tinha R$ 20 mil depositados no fundo em dezembro de 2009 contava, no dia 10 de dezembro de 2010, com R$ 20.723,63.

Todavia, se esse mesmo saldo fosse corrigido pela inflação, esse valor seria acrescido de R$ 21.760,74. Em 10 anos, esse mesmo trabalhador perderia R$ 10.871,86.

Fonte: http://www.jornalacidade.com.br/editorias, por Luciene Garcia

SEM ENTRAR EM ARMADILHAS NO "MINHA CASA, MINHA VIDA"

IMÓVEIS TÊM QUE CUSTAR ATÉ R$ 130 MIL E A RENDA FAMILIAR MÁXIMA VAI ATÉ R$ 4.900,00

Quem planeja comprar um imóvel do ‘Minha Casa, Minha Vida’ deve ficar atento para não tornar o sonho da casa própria em pesadelo. Isso porque muitos empreendimentos que se dizem enquadrados no programa têm unidades que estão de fora do modelo. São imóveis que custam acima de R$ 130 mil — valor máximo da moradia do ‘Minha Casa, Minha Vida’.

Segundo Bruno Teodoro, diretor da Estrutura Consultoria e também Correspondente Imobiliário da Caixa Econômica Federal, os interessados em uma moradia pelo programa podem pedir das construtoras o laudo de avaliação da Caixa afirmando que o empreendimento está enquadrado no ‘Minha Casa, Minha Vida’. “Atualmente, ninguém faz isso no estande e confia nas informações passadas pelos corretores. No nosso caso, como somos praticamente uma miniagência da Caixa, temos obrigação de informar se aquela unidade está enquadrada. Num empreendimento nem todos os apartamentos estão inseridos no programa”, orienta.

Por isso, é fundamental verificar a avaliação da Caixa e se a renda do candidato ultrapassa R$ 4.900 — valor máximo de salário para o programa. “Se isto ocorrer, o candidato perde os benefícios como juros menores, subsídios de até R$ 23 mil, valor de seguros mais baixos, além da garantia de até 36 parcelas pagas em caso de demissão”, lembra Theodoro.

Os contratos fora do programa são assinados com recursos da poupança (SPBE). Os juros variam de 7,9% a 10,5% ao ano mais TR (Taxa Referencial).

VALE O VALOR DE AVALIAÇÃO DA CAIXA

O valor de venda do imóvel não pode ser superior a R$ 130 mil, limite de avaliação da Caixa Econômica Federal para o ‘Minha Casa, Minha Vida’. A afirmação é da superintendente da instituição financeira no Rio, Nelma Tavares. Ela aconselha que o interessado na casa própria não deve pagar a entrada antes de verificar a avaliação Caixa, ter sua capacidade de pagamento analisada e averiguar juridicamente a situação do imóvel.

Nelma explica ainda que para unidades que estão prontas será preciso comprovar que o habite-se foi emitido até 26 de março de 2009. Para as famílias com renda de até R$ 1.395, o acesso ao programa se dá por meio de cadastro nas prefeituras. A prestação será de 10% da renda familiar, com parcela mínima de R$ 50. O prazo de pagamento será de 10 anos. Os interessados não podem ter imóvel próprio e nem ter participado de outros programas habitacionais.

Para compra de imóvel na planta, o empreendimento tem que estar avaliado e aprovado pela Caixa e ter o valor unitário até R$ 130 mil ( se for localizado no município do Rio). A renda máxima permitida é de R$ 4.900. O financiamento será de até 100% dependendo do prazo e da capacidade de pagamento do comprador. O subsídio varia de R$ 2 mil a R$ 23 mil, ou seja, quanto menor a renda, maior será o abatimento no valor do imóvel.

Fonte: http://gestor-imobiliario.blogspot.com

MUDANÇAS NA DESTINAÇÃO DA POUPANÇA PARA CRÉDITO IMOBILIÁRIO VALERÃO A PARTIR DE MARÇO

As mudanças na destinação de parte dos recursos da poupança para o crédito imobiliário só entrarão em vigor em março, decidiu o Conselho Monetário Nacional (CMN). Somente daqui a três meses, os bancos poderão usar outros instrumentos de crédito para atender à exigência de destinar 65% dos depósitos da poupança para operações de financiamento habitacional.

Segundo o chefe do Departamento de Normas do Banco Central (BC), Sérgio Odilon dos Anjos, o prazo é necessário. “As mudanças envolvem muitos sublimites e detalhes técnicos que exigirão tempo para as instituições [financeiras] se adaptarem”, explicou.

Anunciada no pacote de estímulo ao crédito de longo prazo, a mudança na destinação de recursos da poupança visa a liberar recursos da caderneta para outros setores da economia e estimular o investimento. Pela medida, os bancos poderão transformar dívidas imobiliárias em títulos e registrar essas operações dentro dos 65% exigidos pelo Banco Central, como se o crédito fosse poupança. O benefício vale por 36 meses.
Fonte: EBC – Agência Brasil

PESQUISA APONTA OS PRINCIPAIS ATRIBUTOS NA PROCURA DA CASA PRÓPRIA

O portal imobiliário Imóvel a Venda, juntamente com um grupo de estudantes de administração da faculdade ESPM de Porto Alegre, realizaram uma pesquisa para entender o comportamento de busca e compra de imóveis na região metropolitana de Porto Alegre.

O portal resolveu identificar os anseios e as necessidades do público comprador de imóveis, para auxiliar o mercado a entender o que realmente é significativo e relevante na hora da compra, e como que esses consumidores vêm encontrando boas oportunidades de negócios.

A pesquisa foi realizada com público entre 25 e 50 anos, faixa etária que identificamos ter o maior potencial de compra de imóveis. Foram aplicados 145 questionários com 23 perguntas sobre os principais atributos na hora de escolher um imóvel.

Segundo o Imóvel a Venda, “os resultados da pesquisa, mostraram claramente novas tendências de mercado, com uma migração intensa na forma como os consumidores buscam imóveis. Quando questionados sobre como buscam imóveis, 50,0% dos entrevistados responderam que utiliza da internet como melhor forma de acesso, seguido pelo jornal com 25,% e 13,9% responderam diretamente nas imobiliárias.”

Para Davi Dorneles, diretor do portal, “Existe uma nova tendência irreversível na forma como os usuários interagem com as empresas. A migração das mídias off-line, como jornal e revista, para meios on-line como sites,blogs e redes sociais, é um novo caminho cada vez mais claro para os internautas. A oportunidade de interagir com o meio, de visualizar um número maior de imagens, de escolher o perfil mais adequado de imóvel, faz da internet uma ferramenta indispensável na hora da busca por imóveis, pois proporciona uma experiência única que outras mídias não conseguem proporcionar. Hoje, mais de 85% das compras imobiliárias iniciam na internet. O cliente busca blogs sobre as construtoras, fóruns de discussões e muita informação antes de realizar sua escolha”.

Outro fator importante levantado na pesquisa foi o grau de relevância do bairro na hora da compra. A localização do imóvel aparece antes mesmo de atributos como preço e forma de pagamento com 62% das respostas quando perguntado qual o principal diferencial na hora da escolha. Para Eduardo Freire, estudante da ESPM e consultor imobiliário na BMARKET, “este alto grau de importância ao bairro está atrelado à segurança das regiões. Bairros que apresentam menor segurança e maiores índices de criminalidade acabam sofrendo um maior descarte para o público comprador, que busca regiões mais centrais como Menino Deus, Petrópolis e Bela Vista”.

Fonte: Marketing Imob

PERIGOS NA COMPRA DE IMÓVEL “ENROLADO”

Infelizmente, é quase praxe os compradores de imóveis contentarem-se com a apresentação da única negativa realmente indispensável à lavratura de uma escritura pública: a de ônus reais e de ações reais e pessoais reipersecutórias, expedida pelo Cartório de Imóveis competente. As demais são invariavelmente dadas como “dispensadas” pelos contratantes.

No entanto, os negócios imobiliários, até por conta dos altos valores que movimentam, são os que mais exigem cautela nos momentos pré-contratação, já que qualquer falha de informação ocorrida nesse estágio tem o potencial de causar enormes prejuízos ao adquirente – os quais, a partir da promulgação da Lei nº 12.236, de 19 de maio de 2010, podem ser atribuídos ao corretor intermediário da transação.

Há poucos dias, o Superior Tribunal de Justiça, julgando recurso envolvendo o tema, manteve de sobreaviso os compradores de imóveis ao prolatar a seguinte decisão: “Quem compra imóvel ‘enrolado’ em processo judicial fica sujeito a suportar as conseqüências, a menos, que consiga provar que não tinha como saber da existência do litígio – e o ônus dessa prova é todo seu.” (RMS 27358).

Ou seja, se o adquirente não se previne, exigindo do vendedor ao menos suas certidões negativas judiciais e fiscais, não poderá futuramente alegar desconhecimento de eventual restrição que venha a atingir o imóvel negociado, sendo a mais comum delas a penhora não levada a registro no Ofício Imobiliário, porém existente nos autos de um processo judicial qualquer.

Em sendo assim e como inexiste razão para o corretor assumir um risco que não é seu, deve ele discordar do lançamento, na escritura, da famosa frase “As partes dispensaram a apresentação das certidões negativas fiscais e forenses” (a não ser, é claro, que o adquirente esteja realmente disposto a correr riscos, hipótese em que deve desobrigar o corretor por escrito).

LOPES USARÁ GOOGLE STREET VIEW PARA VENDER IMÓVEIS

A Lopes Consultoria Imobiliária vai usar o serviço Street View, do Google, para vender casas, apartamentos e escritórios. O serviço do Google, que gerou polêmica por divulgar fotos de ruas da cidade em 360º que muitas vezes captam a imagem de pessoas sem suas respectivas autorizações, permite que os internautas tenham uma boa idéia da localização de um imóvel. No Brasil, o Street View estará no ar a partir de 30 de setembro. O passeio virtual será possível pelas ruas de São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Desde janeiro, o Google tem rodado pelas ruas dessas três capitais com uma câmera especial acoplada no teto de alguns carros para captar as imagens.

MERCADO CONSISTENTE

O atual aquecimento do mercado imobiliário gaúcho é mais consistente do que o verificado há dois anos, pois então limitava-se aos imóveis novos e agora também acontece na venda de unidades usadas.

A avaliação é do presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis-RS, Sidney Fontoura Gomes, ao destacar a importância do fenômeno, porquanto os usados precisam ser escoados para que o comprador possa utilizar os recursos da sua venda como parte do pagamento de imóvel novo ou mesmo de outro usado de maior preço.

“É um processo muito positivo, que demonstra a maturidade do mercado, refletindo, é claro, uma série de condicionantes hoje existentes, como ampla disponibilidade de crédito, flexibilização na sua concessão, ampliação de prazos de financiamento e juros ainda compatíveis, apesar das últimas elevações da taxa Selic”, acrescenta.

O incremento médio nas vendas de imóveis novos e usados no Estado, em 2010, deverá ficar próximo dos 15% na comparação com o ano passado.

CRÉDITO IMOBILIÁRIO DEVE ULTRAPASSAR 70 BILHÕES DE REAIS EM 2010

A expectativa para 2010 do crédito do financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal é que ultrapasse os 70 bilhões de reais. Caso a estimativa seja concretizada, o banco terá um crescimento de 48,8% no crédito imobiliário.

O valor emprestado para habitação neste ano, até o último dia 3 de setembro, chegou a R$47,6 bilhões, o que já supera o valor de todo o ano anterior, na qual foram concedidos R$47,05 bilhões.

Mais de 630 mil imóveis financiados foram contratados desde abril de 2009, o que totaliza R$35,85 bilhões. Já as propostas de empreendimentos imobiliários que hoje estão em análise pela Caixa chegam a 418.860 unidades.

Do valor total aplicado pela Caixa, 21, 4 bilhões tiveram como fonte de recursos a caderneta de poupança, outros 20,7 bilhões vieram do FGTS (Fundo de Garantia por tempo de Serviço), enquanto o restante do valor vem de outras fontes.
Fonte: G1-Globo

OS SEIS ERROS MAIS CAROS DOS VENDEDORES DE IMÓVEIS

Erro nº 1: Estipular preço incorreto

Erro nº 2: Falhar na apresentação do imóvel

Erro nº 3: Deixar de pré-selecionar compradores

Erro nº 4: Envolver-se direta e emocionalmente nas negociações

Erro nº 5: Desconhecer os seus direitos e obrigações

Erro nº 6: Recusar a ajuda de um profissional da área

BANCO DO BRASIL QUER ESTAR ENTRE OS TRÊS MAIORES EM CRÉDITO IMOBILIÁRIO ATÉ 2013

O Banco do Brasil quer estar entre os três maiores bancos em financiamento imobiliário até 2013. A instituição, que hoje ocupa o quinto lugar neste mercado do país, colocou o setor imobiliário como um dos focos do seu crescimento e vai buscar o posicionamento principalmente via qualidade dos produtos e prazos de entrega.

A ideia do BB é disputar com os bancos privados. Um dos diferenciais da instituição é o montante disponível para o crédito imobiliário, que já soma R$ 7 bilhões. No segundo trimestre, a carteira de crédito imobiliário do banco alcançou R$ 2,1 bilhões, frente ao total de R$ 1,9 bilhão registrados nos três primeiros meses do ano.

DILEMA EMPRESARIAL: COMPRAR OU ALUGAR IMÓVEIS?

O mercado imobiliário corporativo tem grande potencial de crescimento no Brasil, onde 80% dos imóveis ainda são de propriedade das empresas, enquanto em países desenvolvidos essa proporção não passa de 20%. Mas essa cultura empresarial do imóvel próprio - enraizada em um passado econômico de incertezas crônicas, de inflação e de juros elevados - já começou a mudar.

A tendência global de redirecionamento dos investimentos às suas atividades principais é cada vez mais uma realidade no Brasil. O crescimento econômico e o desenvolvimento constante de novos instrumentos financeiros e de regulamentações específicas para o setor imobiliário tenderão a consolidar a profissionalização desse mercado, gerando oportunidades.

BRADESCO ELEVA PREVISÃO PARA CRÉDITO IMOBILIÁRIO EM 2010


O bom momento do mercado imobiliário levou o Bradesco a elevar sua estimativa de liberação de financiamentos para o setor. Em teleconferência com analistas e jornalistas nesta quarta-feira (28/7) (leia a reportagem), o presidente do banco, Luiz Carlos Trabuco, afirmou que o banco espera encerrar o ano com 7,5 bilhões de reais em créditos imobiliários. A expectativa anterior era de 6,5 bilhões.